segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sal




Apesar do título, eu não vou escrever sobre o uso de sal na comida, apesar de ser tema da Veja desta semana. E não vou falar por dois motivos:
1) eu quase não uso sal na comida
2) meu tema hoje é restaurante bom.

Isso mesmo, fui experimentar um restaurante e amei. O restaurante se chama SAL e o convite partiu da Dani e Du, um casal de amigos muito querido. O chef de cozinha, que é chef de verdade!!!, é amigo do Du, de Ribeirão.

O restaurante fica em Higianópolis, bairro que tem se transformado num centro gastronômico. O lugar é bem descolado, você entra por uma quase garagem e chega num sala toda de vidro. Ele não funciona aos sábados e domingos no jantar. Fomos numa sexta e como não tínhamos reserva, o Du e Dani chegaram mais cedo.

Pedi um Lombo de cordeiro, purê de dois queijos, shitake e molho de jabuticaba. Super saboroso. A carne estava bem macia e o doce do molho de jabuticaba contrastava com purê. Delicioso e exótico.

O Gu também foi de carne. Comeu um entrecote com mostarda dijon e batatas ao murro. Ele disse que estas foram as batatas mais maravilhosas que ele comeu.

O Du pediu um peixe. E a Dani risoto de camarões. Acho que eles também gostaram bastante.

Além da comida deliciosa, o clima é bem bacana. Vale super a pena vocês passarem por lá.

Serviço:
http://www.salgastronomia.com.br
t. 31513085

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Ir e não ir

Já faz tempo que estou pra deixar aqui um post sobre um restaurante que insisto em ir só pra me aborrecer.

É o Mori Sushi.

Eu adoro japonês. E há bastante tempo fui pela primeira vez neste. No começo, além da boa comida, ficava encantava com o sashimi "pegando fogo" e com alguns sabores exóticos. Mas nas 2 últimas vezes que fomos lá, isso já passou batido e foi só decepção.

O primeiro erro foi na unidade da R. da Consolação. O atendimento foi péssimo durante todo o jantar, o garçom trouxe muitas vezes pratos / bebidas errados e no final - depois de reclamarmos bastante e educadamente - e não termos pago o total dos 10%, ele saiu atrás da gente.

Pois é...essa história de 10% é mesmo complicada. É sabido que muitos restaurantes não repassam na íntegra o valor para o garçom, o que na minha opinião é um absurdo. Alguns garçons que recebem, por sua vez, acreditam - como esse do Mori Sushi - que o cliente tem obrigação de pagar mesmo que tenha ficado insatisfeito com o serviço.

Como acredito que todos os problemas, principalmente, os de serviços, podem melhorar, há mais de 1 mês voltamos ao Mori. Agora inovamos e fomos na Unidade Moema.

Outra decepção, ou a confirmação que o serviço de lá é realmente péssimo.

Dessa vez, saí com a certeza que não erro novamente.

domingo, 18 de julho de 2010

Dando um tapa

Hoje, domingo, eu e Gu tínhamos compromisso a tarde e portanto, eu não tinha tempo de me esmerar na cozinha.
Digo isso porque pra mim, cozinhar é terapia, é prazer...demoro bastante fazendo meus pratos pois a minha curtição é essa.
Hoje não era dia pra isso, eu estava sem tempo e só fui pra cozinha preparar um almoço rápido.
Preparei um molho a bolognesa para uma massa e para acompanhar este prato, tirei do freezer umas almondegas Sadia congeladas.
Achei na embalagem uma receita que me pareceu boa, e não é que me dei bem.

Vamos lá:

Aqueça uma colher de manteiga
Frite uma cebola cortada em canoa
Coloque 1 colher de açucar
Quando a cebola estiver transparente, coloque 10 almondegas e dore-as, lado a lado
Adicione pimenta do reino
Coloque 1/2 xícara de vinho branco e deixe cozinhar até o vinho reduzir
Quando o molho estiver bem denso, coloque salsinha

Pronto, uma simples almondega congelada, se transformou numa deliciosa receita!!!

Experimentem...

Memórias


Depois de mais de 1 mês de retorno, hoje sento finalmente para escrever sobre a culinária que provei na Europa.
Mexendo nas minhas coisa achei o cartão do Restaurante "O Fuso". Ele fica na cidade de Arruda dos Vinhos, Portugal, e nós só fomos lá pela indicação da Flavia e Mauro, amigos queridos que moram em Lisboa.
Eles nos disseram que devíamos aproveitar o retorno Mafra / Lisboa para provarmos um maravilhoso bacalhau grelhado.
E lá fomos nós. Não tinha nada pra ver na cidade, a não ser o próprio restaurante.
Não pensamos para pedir, fomos no certo: bacalhau grelhado.
E eis que chegou o prato (vide foto). Uma bela posta de balalhau grelhado coberto de azeite e alho, rodeado de batatas cozidas. Aí que delícia.
Para quem não gosta de alho, como meu sogro, não recomendo. De fato o gosto é bem acentoado. Mas eu adoro, então, não perdi tempo e me acabei no prato.
De sobremesa pedimos morango com chantili. Há quanto tempo não provava uma fruta tão doce...
Saí da cidade de Arruda dos Vinhos com a certeza que os moradores daquele lugar não precisam de mais nada,a não ser o "Fuso"!!!

Serviço:
Restaurante "O Fuso"
tel. 263975121
2630 - 216 Arruda dos Vinhos - Portugal
R. Contrinuinte, 500 087 601

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ainda sinto o cheiro da casa da minha avó Laura. Só não sei se o aroma é da porpeta, do molho de tomate ou do bife pizzaiolo.Tudo era delicioso!!

As vezes, me pego preparando pratos na cozinha e me pergunto como eu faria se não tivesse esse gene. Decididamente o toque italiano da vó Laura misturado com a culinária brasileira da vó Julieta me fizeram a cozinheira que sou.

Esse final de semana não só senti o aroma do bife pizzaiolo da vó laura como provei-o. Resolvi, sem mesmo me lembrar direito dos ingredientes, prepará-lo.

Liguei pra minha mãe e pedi umas dicas. E até que ela explicou direitinho. Depois mãos à massa.

Passados 20 min, lá estava o Gu....Humhumhum....foi o que ele disse.

Acho que pelo nome do prato vocês já devem imaginar do que se trata. Pois bem...o prato nada mais é do que um bife com cobertura de tomates, cebola e mussarela. Algo saboroso para ser feito na pressa, sem muita preocupação com a aparência do prato.

Vamos a receita:

Numa frigideira grande, coloque um fio de azeite e passe 1 ou 2 bifes que podem ser de alcatra, file mignon ou baby beef. Eu usei baby beef. A carne deve estar temperada com pimenta em grão e sal grosso ou flor de sal.
Depois coloque 4 ou 5 cabeças de alho amassadas no centro da frigideira. No entorno 2 a 3 tomates maduros (aqueles próprios para fazer molho) cortados em cubos e em cima da carne 1 cebola cortada.
Adicione manjericão e orégano desidratados.
Tampe a frigideira.
Passado tempo suficiente para apurar e cozinhar o tomate e cebola (eles vão soltar água e virarão quase um molho), cubra tudo com mussarela fatiada e tampe a frigideira novamente.
Mussarela derretida, prato pronto para ir à mesa!!!

Viram como é fácil. Agora é só ir pro fogão e todos vocês sentirão o aroma da casa da Nona...

terça-feira, 22 de junho de 2010

O retorno

Estou há quase um mês sem escrever aqui! Fiquei um tempo fora do ar pelos compromissos que, apesar de não terem me impedido de comer, me levaram a degustar apenas pratos prontos ou fast / junkfood. Outro período porque fui experimentar a culinária mediterrânea.
É isso mesmo!! Sai de férias e fui para Paris e Portugal.
Lá tive a oportunidade de experimentar pratos deliciosos, que não ouso fazê-los por aqui.
Mas quero compartilhar as fotos dos pratos e endereços dos locais com vocês. Durante os próximos dias trarei estas informações. Preparem-se!!!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Boeuf Bourguignon

Na semana seguinte a que assisti ao filme Julie & Julia, o Gu me deu o livro Mastering de Art of French Cooking. O livro, que possui as receitas e história de Julia Child, é muito bacana e bem útil: posso praticar inglês, conheçar os utensílios domésticos da década de 50, aprender a cortar e limpar patos ou outros bichos, e cozinhar - afinal possui as receitas da Julia que incentivaram a Julie ir para a cozinha.
Depois de passar 2 semanas só lendo, refletindo e estudando, resolvi aproveitar o domingão para pôr em prática um dos pratos e assim já treinar o que vou preparar no almoço de Dia das Mães.
Escolhi o Bouef Bourguignon. Foi ele que a Julie queimou no filme. Queria experimentá-lo e também usar - dentro do forno - minha Le Creuset.
Esse é um dos poucos luxos que tenho na cozinha. Só não tenho outros por falta de "tempo". Adoraria ter a cozinha repleta de facas, panelas, e outras coisinhas mais.
A Le Creuset ganhei do Gu. Presente de aniversário de casamento. Tem muita gente que diz detestar esse tipo de presente - de duas, uma: ou a pessoa não gosta de cozinha ou tem síndrome de dona de casa dos anos 70. A mulher contemporrânea não tem este tipo de problema. Pode ganhar um bolsa ou um utensílio doméstico, depende do momento, do hobby, da precisão. Voltando a receita, quer dizer, dessa vez eu não escreverei a receita. Ela está no livro ou em vários sites como este aqui: http://mixirica.uol.com.br/?id=800
Mas posso dizer que, embora a panela tenha que ficar no forno por cerca de 2 horas e meia, o restante do prato é possível de ser preparado bem rapidamente.
O bouef ficou maravilhoso. Realmente poderei prepará-lo no almoço de Dia das Mães. A carne - usei 500g de músculo e 500g de alcatra - ficou bem macia e o molhinho irresistível.
Pronto!!! Já passei pelo primeiro prato do livro. Agora só faltam alguns vários outros.